Paróquias não devem ser “escritórios”

A edição de setembro de “O Vídeo do Papa” abre as portas das paróquias para refletir sobre o seu papel na vida em comunidade. O Santo Padre sublinha, no vídeo, o valor das paróquias “em saída”, ao serviço dos fiéis e dos abandonados. “Peçamos pelas nossas paróquias, para que não sejam escritórios de serviços, mas para que, animadas pelo espírito missionário, sejam lugares de comunicação da fé e testemunho da caridade”, apela o Papa Francisco.

De acordo com dados do Anuário Pontifício, há mais de 221 mil paróquias em todo o mundo, onde todos os fiéis podem reunir-se para celebrar a vida litúrgica, ensinar e conhecer a vida de Cristo e a prática de boas obras.

“A paróquia deve ser fonte de dinamismo missionário, levando o sal e luz ao mundo”, explica P. Frédéric Fornos, sj, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, responsável pela produção de “O Vídeo do Papa”. “O Evangelho nasceu nos caminhos do encontro com os outros”, não devendo ficar “à espera das pessoas” nos espaços paroquiais, esclarece o responsável. O valor das paróquias para a missão, em particular junto dos mais necessitados, “é essencial” para a “dinâmica de missão”.

O “Vídeo do Papa” é uma iniciativa global, promovida pelo Apostolado da Oração – Rede Mundial de Oração do Papa, para colaborar na difusão das intenções mensais do Santo Padre sobre os desafios da humanidade.

Respeitar a criação é desafio para todos

Todas as pessoas são convidadas a assumir uma atitude respeitosa e responsável para com a criação. Este é o desafio da Mensagem conjunta preparada pelo Papa Francisco e pelo Patriarca Ecuménico de Constantinopla, Bartolomeu, a propósito da celebração, a 1 de setembro, do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação.

Os dois responsáveis fazem um apelo a quantos têm capacidade de influência, no sentido de escutarem o grito da terra e o grito dos pobres, que mais sofrem com o desequilíbrio ecológico.

Na Carta em que instituiu este Dia, o Papa afirma que a crise ecológica nos chama «a uma profunda conversão espiritual: os cristãos são chamados a uma “conversão ecológica, que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus” (Laudato Si', n. 217)». Para Francisco, «viver a vocação de guardiões da obra de Deus não é algo de opcional nem um aspeto secundário da experiência cristã, mas parte essencial de uma existência virtuosa» (ibid.).

«Como cristãos, queremos oferecer a nossa contribuição para a superação da crise ecológica» da humanidade, afirma o Santo Padre. Segundo o Papa, devemos «buscar no nosso rico património espiritual as motivações que alimentam a paixão pelo cuidado da criação». «A espiritualidade não está desligada do próprio corpo nem da natureza ou das realidades deste mundo, mas vive com elas e nelas, em comunhão com tudo o que nos rodeia» (Laudato Si', n. 216).

Este Dia Mundial é uma «preciosa oportunidade» para renovar a adesão pessoal à vocação de guardião da criação, elevar a Deus o agradecimento pela obra maravilhosa que Ele confiou e invocar «a sua ajuda para a proteção da criação e a sua misericórdia pelos pecados cometidos contra o mundo em que vivemos».

O Santo Padre determinou que, desde 2015, o primeiro dia de setembro seja, na Igreja Católica, o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, como já acontecia, há mais tempo, com a Igreja Ortodoxa.

Francisco tem salientado por diversas vezes a importância de se cuidar e apreciar a criação. E, no Vídeo do Papa de agosto, salientou o papel do trabalho dos artistas, cujas obras devem ajudar a descobrir precisamente «a beleza da criação». Por isso, «quando admiramos uma obra de arte ou uma maravilha da natureza, descobrimos como cada coisa nos fala d'Ele e do seu amor». «As artes expressam a beleza da fé e proclamam a mensagem da grandeza da criação de Deus».

Feira do Livro do Porto

As Publicações Jesuítas marcam presença na Feira do Livro do Porto, ocupando os stands 65 e 66, localizados entre o pavilhão Rosa Mota e o lago dos jardins do Palácio de Cristal.

Vais encontrar muitas novidades e livros a ótimos preços. Entre os lançamentos, destacamos o “Evangelho Diário 2018”; “Jesus Vulnerável”, de Jean Vanier; “Um caminho simples e belo”, de Ottavio De Bertolis, sj; “Formação Espiritual”, de Henri Nouwen; e a nova edição dos “Exercícios Espirituais”, de Santo Inácio de Loiola.

A pensar nos peregrinos, a Editorial AO lançou o “GPS do Peregrino” e o “GPS da Vida Cristã”, dois bons guias que vais poder encontrar à venda na Feira do Livro do Porto.

Para além do habitual desconto de feira de 20%, temos, também, promoções especiais, como o “Livro do Dia”, com um desconto imediato de 40%, e um conjunto de títulos disponíveis a valores muito acessíveis (desde 1€).

Os stands das “Publicações Jesuítas” reúnem obras das Editoriais AO, Frente e Verso, Apostolado da Imprensa, Axioma, Brotéria, Tenacitas, Paulus e Difusora Bíblica. Um conjunto de editoras, obras e autores diferentes que certamente não te vão deixar indiferente.

HORÁRIO DA FEIRA:

ABERTURA

2.ª a 6.ª Feira
12h00

Sábado e Domingo
11h00

 

ENCERRAMENTO

Domingo a 5.ª Feira
21h30

6.ª Feira e Sábado
23h00

 

Esperamos por ti, de 1 a 17 de setembro!