Quarta-feira, memória litúrgica de Santa Luzia

Quarta-feira, memória litúrgica de Santa Luzia

Estás à porta do encontro, estás a iniciar o teu momento de oração. Acolhe a presença do Senhor que nunca falta, que nunca defrauda; e começa a tua oração com este anúncio de esperança do profeta Isaías: «Porque afirmas: ‘O meu destino está oculto ao Senhor e a minha causa passa despercebida ao meu Deus’? Não o sabes, não o ouviste dizer? O Senhor é um Deus eterno, criador da terra até aos seus confins. Dá força ao que anda exausto e vigor ao que anda enfraquecido. Os que esperam no Senhor renovam as suas forças, formam asas como as águias». 

Terça-feira da segunda semana do Advento

Terça-feira da segunda semana do Advento

Necessitamos de uma palavra de consolação. Os dias permanecem carregados, em busca de uma boa notícia que lhes traga sentido, unidade e paz. E do mundo apenas surgem ruídos, dispersos e contraditórios, que pedem defesas e seguranças. Começa o teu momento de oração com um lento e profundo respirar... E acolhe, do Espírito que em ti habita, a sua Palavra, única, plena de consolo, amor e perdão.

Segunda-feira da segunda semana do Advento

Segunda-feira da segunda semana do Advento

Ao começares a tua oração, recorda como o Senhor te envolve em cada instante. Ele está presente aqui e agora. Ele espera-te, para Se encontrar contigo. É o Emanuel, o Deus connosco, um Deus atento às tuas súplicas, um Deus feito amor.
Hoje, procura ter presente, de modo particular, os voluntários da "Ajuda à Igreja que Sofre", que vão ao encontros dos cristãos mais perseguidos e necessitados de ajuda. Reza com eles e por eles, deixando que eles façam parte da tua oração.

Segundo domingo do Advento

Segundo domingo do Advento

A liturgia do Advento traz à tua presença a figura de João Batista, o precursor. Na sua linguagem forte e difícil, o profeta aponta um caminho, renova uma promessa de salvação, num tempo em que os céus pareciam definitivamente fechados. Hoje é domingo, o primeiro dia da semana: que a tua oração seja para ti a abertura de um caminho novo, renovado, belo e confiante no seio dos teus dias.

Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, Padroeira de Portugal

Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, Padroeira de Portugal

No tempo de Advento, a Igreja celebra aquela que é um foco de luz e esperança no seio da noite. A vida de Maria, a mãe de Jesus é sinal da nova humanidade, liberta do pecado pela seiva vital que brota do seu Filho. Hoje, na solenidade da Imaculada Conceição de Maria, abre-te ao dom, à graça maternal, a única capaz de libertar a tua vida, as tuas relações e opções de todas as lógicas de pecado e de morte.

Quinta-feira, memória litúrgica de Santo Ambrósio

Quinta-feira, memória litúrgica de Santo Ambrósio

O Advento fala-nos de uma salvação já presente no seio da nossa vida, como uma abertura, uma semente, uma porta de justiça. Hoje, começa a tua oração com estas palavras de louvor do salmo 118: «Abri-me as portas da justiça: quero entrar para dar graças ao Senhor. Esta é a porta do Senhor: os justos entrarão por ela. Eu te darei graças porque me respondeste, porque foste o meu salvador. Este é o dia da vitória do Senhor:
Cantemos e alegremo-nos nele!»

Terça-feira, memória litúrgica dos santos Martinho de Dume, Frutuoso e Geraldo

Terça-feira, memória litúrgica dos santos Martinho de Dume, Frutuoso e Geraldo

Quando é que perdemos a esperança? Em que momento deixaram de aquecer o nosso coração palavras como justiça, lealdade ou paz? Precisamos do olhar cirúrgico dos profetas, da confiança sem reservas das crianças, das palavras sem pedras dos humildes, da compaixão aberta e simples que faz brotar as águas no meio do deserto. Hoje, permite que o teu momento de oração seja a abertura e o respiro da esperança na tua vida. 

Segunda-feira da primeira semana do Advento

Segunda-feira da primeira semana do Advento

Poderá o Advento ser um tempo propício à descoberta da esperança nos contextos mais difíceis e fechados? Hoje, começa a tua oração com estas palavras da judia Etty Hillesum, escritas junto ao arame farpado de um campo de concentração: «Deus meu, fizeste-me tão rica, deixa-me, por favor, partilhar generosamente essa riqueza. A minha vida tornou-se um diálogo ininterrupto contigo, meu Deus, um grande diálogo. Quando estou em algum canto do campo, de pés plantados na tua terra e os olhos levantados para o teu céu, há alturas em que me correm lágrimas pelas faces, brotadas de uma comoção e gratidão interiores».

Primeiro domingo do Advento

Primeiro domingo do Advento

As luzes das cidades parecem esconder, por vezes, o brilho noturno das estrelas ou dos pirilampos. O mundo parece viver em constante vigília, sem descanso nem meditação, numa corrida permanente; e, entregue a esses ritmos, podes esquecer o principal, o único, o vital. Hoje é domingo, primeiro dia da semana e primeiro domingo do Advento: que a escuta da Palavra, dos sinais e dos irmãos e a luz das estrelas te ajudem no teu caminho de cada dia.

Sexta-feira da trigésima quarta semana do tempo comum

Sexta-feira da trigésima quarta semana do tempo comum

Cada dia traz consigo coisas novas, e também rotinas e repetições infindáveis. A oração pode parecer-te uma destas repetições sem sentido, uma rotina que nada acrescenta ao teu dia... ou pode ser uma fonte de novidade permanente que enche de luz o teu quotidiano.Confia a tua oração à eterna novidade de Deus. Ele não deixará de te surpreender, mesmo nas coisas mais pequenas e humildes. Disponível para as surpresas de Deus, começa a tua oração...

Quinta-feira, festa litúrgica de Santo André, Apóstolo

Quinta-feira, festa litúrgica de Santo André, Apóstolo

André, irmão de Simão Pedro, foi dos primeiros discípulos de Jesus. Da sua vida sabemos muito pouco, mas da sua paixão por Cristo sabemos que foi ao ponto de o levar ao martírio. 
Foi por causa de homens e mulheres assim que o Evangelho se difundiu, ao longo dos séculos. Dá graças ao Senhor por tantos que são capazes de deixar tudo para O seguir... e unido aos que mais sofrem por causa do nome de Cristo, começa a tua oração.

Quarta-feira da trigésima quarta semana do tempo comum

Quarta-feira da trigésima quarta semana do tempo comum

Abre o teu coração ao Espírito Santo. Pede-Lhe que te revele as profundezas da tua pobreza, do teu egoísmo, do teu apego a ti e às coisas. Deixa que seja o mesmo Espírito a revelar-te a tua capacidade de amar, de te dares, de seres feliz com os outros... Deixa que o Espírito Santo te liberte das ilusões e dos preconceitos... E, assim, livre para o teu encontro com Deus e com os outros, começa a tua oração.

Terça-feira da trigésima quarta semana do tempo comum

Terça-feira da trigésima quarta semana do tempo comum

Começa este tempo de oração com um ato de fé na presença do Senhor. Procura fazer este ato de fé com palavras tuas, que te comprometam e exprimam os teus sentimentos mais profundos. Repete-as uma e outra vez, dando tempo para que a presença de Deus se faça realidade vivida por ti, nas circunstâncias em que te encontras. Se não conseguires sentir a presença de Deus, não te enerves. Permanece firme na tua oração e diz humildemente: “Eu creio, Senhor. Aumenta a minha pouca fé”.

Segunda-feira da trigésima quarta semana do tempo comum

Segunda-feira da trigésima quarta semana do tempo comum

Olha à tua volta. Provavelmente, encontras a realidade de todos os dias diante dos teus olhos. Procura ver com os olhos de Jesus: com simplicidade, mas também com prudência; com respeito, mas sem respeitos humanos... e, sobretudo, com amor, o único modo de olhar capaz de ver para lá das aparências. Pode ser que, olhando assim, descubras algo de novo no teu quotidiano. Se for o caso, começa por aí a tua oração... 

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

Este é o último domingo do ano litúrgico. Pode ser também o final de mais uma etapa na tua vida de oração. Olha por momentos para o caminho que fizeste. Recorda as graças que o Senhor te concedeu,  as vezes que sentiste a sua presença mais próxima e mais amiga. Recorda, agradece e repousa no coração deste Senhor do Universo, que te ama como se não existisse mais ninguém. Começa assim a tua oração.

Sexta-feira, memória litúrgica dos Santos André Dung-Lac e Companheiros

Sexta-feira, memória litúrgica dos Santos André Dung-Lac e Companheiros

Hoje és convidado a mergulhar no Mistério de Deus, Aquele que te sustenta e te envolve em cada instante com a sua Presença amorosa. Este encontro é suporte da tua fé, da tua esperança e do teu amor. É também este encontro na oração que sustenta os teus irmãos na fé, perseguidos por causa de Cristo. Hoje, deixa-te ficar em união com eles e com os voluntários da Ajuda à Igreja que Sofre que os acompanham um pouco por todo o mundo. E começa assim a tua oração.

Quinta-feira da trigésima terceira semana do Tempo Comum

Quinta-feira da trigésima terceira semana do Tempo Comum

Estás a iniciar o teu breve momento de oração. Deixa que esta te inicie na pedagogia da vigilância, da escuta e atenção aos sinais da presença do Senhor na tua vida, muitas vezes escondidos aos teus olhos. Baixa as defesas que a tua mente aprendeu a erguer, as justificações, seguranças e máscaras, e entrega-te ao Senhor em tudo o que és: Ele te recebe como um Pai de misericórdias, pois não está longe de ti; n’Ele vivemos, nos movemos e existimos. Começa assim a tua oração.

Quarta-feira, memória litúrgica de Santa Cecília

Quarta-feira, memória litúrgica de Santa Cecília

Hoje, começa a tua oração acolhendo no teu coração estas palavras de confiança escritas pelo profeta Isaías: «Porque murmuras, Israel: “O Senhor não compreende o meu destino, o meu Deus ignora a minha causa!”. Porventura não sabes? Será que não ouviste? O Senhor é um Deus eterno, que criou os confins da terra. Não se cansa nem perde as forças. É insondável a sua sabedoria. Aqueles que confiam no Senhor renovam as suas forças. Têm asas como a águia, correm sem se cansar, marcham sem desfalecer». 

Terça-feira, memória litúrgica da Apresentação de Nossa Senhora

Terça-feira, memória litúrgica da Apresentação de Nossa Senhora

Santo Agostinho, no século IV, proferiu esta frase surpreendente: «Maria cumpriu, e cumpriu perfeitamente, a vontade do Pai; e, por isso, Maria tem mais mérito por ter sido discípula de Cristo do que por ter sido mãe de Cristo; mais ditosa é Maria por ter sido discípula de Cristo do que por ter sido mãe de Cristo». Santo Agostinho aponta-nos para o essencial da experiência cristã: a escuta fiel da Palavra, a entrega filial na fé. Que a tua vida e a tua oração sejam, a exemplo de Maria, um caminho de entrega à vontade do Pai.