Terça-feira, memória litúrgica da Virgem Santa Maria, Rainha

Terça-feira, memória litúrgica da Virgem Santa Maria, Rainha

Que maior motivo de louvor podemos encontrar em Maria para além do seu filho Jesus? Ele é o fruto bendito, o maior que a Humanidade já conheceu. Hoje, começa a tua oração e o teu louvor com estas palavras de um autor do século doze: «Que fruto podemos esperar deste fruto? Deste fruto bendito esperamos o fruto de bênção. É deste gérmen, deste rebento, desta flor que nos vem o fruto da bênção:
primeiro como gérmen, pela graça do seu perdão; depois como rebento, pelo aumento da justiça; finalmente como flor, pela esperança».

Segunda-feira, memória litúrgica de São Pio X

Segunda-feira, memória litúrgica de São Pio X

Hoje, a Igreja celebra a memória do Papa Pio X que, no início do século vinte,  dedicou boa parte do seu ministério à pedagogia de abrir as riquezas da oração e da liturgia a todos os batizados, independentemente da sua formação, trabalho ou nível de vida. É aqui que todos nos encontramos, como irmãos, na comunidade dos discípulos de Cristo. Tens a graça e a bênção de dedicar alguns minutos do teu dia a este momento de oração: vive-o em toda a sua riqueza, beleza e sabedoria.  

Vigésimo domingo do Tempo Comum

Vigésimo domingo do Tempo Comum

«Senhor, Filho de David, tem compaixão de mim». Por incrível que nos possa parecer, os Evangelhos apresentam-nos relatos nos quais o próprio Senhor se deixa converter. É a pedagogia da fé e do desejo,
o clamor que se eleva do nosso íntimo, intenso no amor, no que mais nos afeta, como uma filha que sofre nos nossos braços. Hoje, no primeiro dia da semana, celebra com as tuas irmãs e os teus irmãos
a presença do Ressuscitado na tua vida; e eleva-Lhe o teu pedido, na verdade mais radical do teu ser: «Senhor, Filho de David, tem compaixão de mim».

Sexta-feira da décima nona semana do Tempo Comum

Sexta-feira da décima nona semana do Tempo Comum

Ao longo dos Evangelhos, Jesus alerta constantemente para um risco, um perigo, uma tentação: a dureza de coração. Um coração incapaz de se deixar moldar, de escutar a súplica do outro, de se abrir ao perdão, de renovar a sua vida nas relações de amor. Hoje, começa a tua oração pedindo esta graça ao Senhor, talvez a única necessária: «não deixes, Senhor, de converter o meu coração».

Quarta-feira da décima nona semana do Tempo Comum

Quarta-feira da décima nona semana do Tempo Comum

Para iniciares este momento de oração, escuta estas palavras pronunciadas por Santo Agostinho: «De uma vez por todas te foi dado este breve preceito: Ama e faz o que quiseres. Se te calares, cala-te por amor; se falares, fala por amor; se corrigires, corrige por amor; se perdoares, perdoa por amor; que no fundo do teu coração esteja a raiz do amor, pois desta raiz só poderão sair coisas boas».

Segunda-feira, memória litúrgica de São Maximiliano Kolbe

Segunda-feira, memória litúrgica de São Maximiliano Kolbe

Hoje, a Igreja celebra a memória de São Maximiliano Kolbe: prisioneiro de Auschwitz, Kolbe ofereceu-se aos algozes para substituir um companheiro de prisão condenado à morte, transformando o seu ministério num holocausto de caridade e exemplo de fidelidade a Deus e aos homens. Ao começar a tua oração, pede para ti este dom de amor oblativo próprio de Deus, capaz de dar a vida para salvar o outro. Vale a pena começares assim a tua oração.

Décimo nono domingo do Tempo Comum

Décimo nono domingo do Tempo Comum

O Senhor parece ausente do barco da tua vida. Os ventos são contrários, as ondas são fortes e tudo é envolvido por uma noite. Do Senhor escutas apenas notícias, rumores, sinais que respiram somente na fé e na esperança. Só um coração renovado pela Palavra pode escutar o convite: «Tem confiança. Sou Eu. Não temas. Vem!» Hoje, domingo, abre a tua semana e a tua vida à presença do Ressuscitado, capaz de curar o teu coração de todos os medos. Começa assim a tua oração. 

Sexta-feira, memória litúrgica de Santa Clara

Sexta-feira, memória litúrgica de Santa Clara

Hoje, a Igreja celebra a memória de Santa Clara de Assis, que caminhou ao lado de São Francisco no enamoramento pelo Pobre de Nazaré. Hoje, começa a tua oração com estas suas palavras de rara beleza: «Feliz de quem pode unir-se intimamente ao coração de Cristo, cujo afeto atrai os corações, cuja contemplação nos reconforta, cuja benignidade nos sacia, cuja suavidade enche a alma, cuja lembrança nos inunda de luz suave, cuja fragrância ressuscita os mortos».

Quinta-feira, festa de São Lourenço

Quinta-feira, festa de São Lourenço

Hoje, a Igreja celebra a festa de São Lourenço, diácono da Igreja de Roma, que em pleno século terceiro testemunhou até à morte a sua pertença a Cristo. Diz a tradição que São Lourenço era o responsável pela partilha dos bens daquela Igreja junto dos pobres e frágeis do seu tempo. Foi aí, na vivência da caridade fraterna, que os cristãos se tornaram verdadeiramente o sal, luz e fermento no seio do império romano. E hoje continua a ser nesta vivência que se dá o maior testemunho cristão. Começa assim a tua oração.

Quarta-feira, festa de Santa Teresa Benedita da Cruz

Quarta-feira, festa de Santa Teresa Benedita da Cruz

Há palavras e frases antigas, cujo sentido já parece encerrado para nós. Que significa falar de estigmas, de cruz, de debilidade? Edith Stein, filósofa, mística e mártir, procurou sem cessar a verdade, encontrando-a na Cruz do Senhor, e ofereceu a sua vida no seio do povo judeu, ao qual pertencia. Hoje, começa a tua oração com as suas palavras: «Quem decidiu aderir a Cristo morreu para o mundo e o mundo para ele. Leva no seu corpo os estigmas do Senhor. É débil e desprezado perante os homens; mas por isso mesmo é forte, porque na fraqueza se manifesta o poder de Deus». 

Terça-feira, memória litúrgica de São Domingos

Terça-feira, memória litúrgica de São Domingos

Hoje, a Igreja celebra a memória de São Domingos de Gusmão, fundador da Ordem dos Pregadores, conhecidos como dominicanos. O seu ministério, em pleno século treze, centrou-se na pregação, no serviço da palavra, com um estilo de vida pobre e itinerante. Hoje, começa a tua oração colocando-te tu também ao serviço da Palavra: que ela seja o coração e a bússola dos teus dias e esteja sempre presente nos teus lábios como uma boa nova de esperança e de paz. Começa assim a tua oração.

Segunda-feira da décima oitava semana do Tempo Comum

Segunda-feira da décima oitava semana do Tempo Comum

Hoje, começa a tua oração e dilata o teu coração com estas palavras de louvor do Salmo trinta e seis: «A tua bondade, Senhor, chega até aos céus, e a tua fidelidade até às nuvens. Ó Deus, que maravilhosa é a tua bondade! Os humanos refugiam-se debaixo das tuas asas, podem saciar-se da abundância da tua casa. Tu os inebrias no rio das tuas delícias. Em ti está a fonte da vida e é na tua luz que vemos a luz». 

Festa da Transfiguração do Senhor

Festa da Transfiguração do Senhor

A realidade está chamada à transfiguração. É um mistério que podes contemplar, escondido nas silvas e ruínas de uma Humanidade ferida. Para tal é necessário um olhar aberto e disponível, purificado pelas águas da fé e da esperança, à imagem das crianças que abrem as portas do Reino. Hoje, domingo, a Igreja celebra o mistério do Ressuscitado: sobe com o Senhor à montanha da Transfiguração e deixa-te renovar pela força da sua Graça. Começa assim a tua oração e a tua semana.

Sexta-feira, memória litúrgica de São João Maria Vianney

Sexta-feira, memória litúrgica de São João Maria Vianney

De onde nos virá o auxílio? De que horizonte contemplaremos a salvação? Estas perguntas acompanham o povo bíblico no seu caminho de descoberta do rosto de Deus. Talvez as respostas surjam de contextos que não esperamos, como de um filho de carpinteiro numa pequena aldeia da Galileia. Estás prestes a iniciar o teu momento de oração: que ele seja, no teu dia, o momento de baixar as defesas e preconceitos, para acolheres, com uma nova frescura, o milagre da fé.

Quinta-feira da décima sétima semana do Tempo Comum

Quinta-feira da décima sétima semana do Tempo Comum

Como traduzir por palavras o mistério de Deus e do seu Espírito que habita em nós? Hoje, abre um espaço em ti para a oração com a seguinte invocação do poeta António Ramos Rosa: «Ele é um silêncio e esse silêncio move-nos a procurar a palavra mais digna de tão puro silêncio. Ele é a Presença do presente e sem ser visível é a visibilidade de tudo quanto vemos à luz do seu olhar aberto e luminoso. Ele habita em nós mas na distância que há em nós e preenche-a com o alvor do seu corpo indivisível».

Quarta-feira da décima sétima semana do Tempo Comum

Quarta-feira da décima sétima semana do Tempo Comum

Os nossos dias são preenchidos por pequenas pérolas e tesouros que se escondem no seio do campo e da história. Acredita nesta verdade com todo o teu ser: os teus dias têm, mesmo que silenciosamente,
as maiores e mais belas pérolas que poderás conhecer e encontrar. Hoje, inicia a tua oração com esta confiança: e que a oração te leve à atenção, à procura e à liberdade de reconhecer e acolher todos os tesouros da tua vida.

Terça-feira, memória litúrgica de Santo Afonso Maria de Ligório

Terça-feira, memória litúrgica de Santo Afonso Maria de Ligório

Hoje, a Igreja celebra a memória de Santo Afonso que, em pleno século dezoito, viveu e anunciou o amor misericordioso e redentor de Deus num contexto onde era forte a tentação do rigorismo moral e onde se espalhava uma imagem terrível do Senhor. Hoje, passados três séculos, começa a tua oração com as suas palavras: «Não se contentou Deus em dar-nos todas as formosas criaturas. Para conquistar todo o nosso amor, foi muito mais além e deu-Se a si mesmo totalmente a nós. Pelo amor imenso – melhor, pelo seu excessivo amor por nós, o Pai enviou o seu amado Filho».

Segunda-feira, memória litúrgica de Santo Inácio de Loiola

Segunda-feira, memória litúrgica de Santo Inácio de Loiola

Hoje, na memória litúrgica de Santo Inácio, renova os passos do teu caminho, da tua entrega, da tua vida em Deus, e começa a tua oração com as suas palavras: «Tomai, Senhor, e recebei toda a minha liberdade,
a minha memória, o meu entendimento e toda a minha vontade, todo o meu ter e o meu possuir; Vós mo destes, a Vós, Senhor, o restituo; tudo é vosso, disponde a toda a vossa vontade; dai-me o vosso amor e graça que esta me basta».