Sexta-feira, memória litúrgica de São Filipe de Néri

Sexta-feira, memória litúrgica de São Filipe de Néri

Hoje, a Igreja celebra a memória de São Filipe de Néri, apóstolo da alegria, que em plena Roma do século dezasseis, se dedicou a libertar os jovens da pobreza e do sofrimento através da criação de escolas e oratórios. Hoje, começa a tua oração retendo no teu coração esta sentença do santo italiano: «Quem deseja outra coisa a não ser Cristo, não sabe o que deseja. Quem procura outra coisa a não ser Cristo, não sabe o que procura. Quem não age através de Cristo, não sabe o que faz».

Quarta-feira da sexta semana do Tempo Pascal

Quarta-feira da sexta semana do Tempo Pascal

A Bíblia, com a sua beleza narrativa, conclui-se nas suas últimas palavras com um apelo da comunidade:
«O Espírito e a Esposa dizem: “Vem!”. Diga também o que escuta: “Vem!”. Vem, Senhor Jesus!». Que a tua oração, sobretudo nos momentos de sofrimento, se deixe permear sempre pelo desejo e pela súplica, baixando as tuas defesas, seguranças e rotinas. Começa assim a tua oração.

Terça-feira da sexta semana do tempo pascal

Terça-feira da sexta semana do tempo pascal

Permite que o rumor das palavras te acompanhe nos teus dias. Hoje, começa a tua oração com o ecoar destes versos do poeta Ruy Cinatti: «Fresca e limpa como a chuva, ouço a tua voz cantada descer do céu ao silêncio que vem da terra molhada. Nós não somos deste mundo. Ouso dizer-te o meu nome como quem se atreve a dar-te a minha imagem. Nós não somos deste mundo». 

Segunda-feira da sexta semana do tempo pascal

Segunda-feira da sexta semana do tempo pascal

Os encontros de Jesus Ressuscitado com a comunidade, segundo os Evangelhos, dá-se não somente com palavras, mas com um tom de voz, uma pergunta, um timbre, uma presença, um toque, uma refeição. É aí que as discípulas e discípulos reconhecem como vivo Aquele a quem seguiram nos caminhos da Galileia. Hoje, permite que a tua oração se deixe moldar com o timbre, o tom e o toque do Senhor da tua vida.

Sexto Domingo da Páscoa

Sexto Domingo da Páscoa

Há uma dimensão da experiência pascal que surge sempre no encontro do Ressuscitado com a comunidade: a dimensão do envio. A suave e bela notícia da vitória da vida sobre a morte possui um dinamismo magnético, uma atração, uma emergência em comunicar-se. E tal envio dá-se no quotidiano,
com as suas dificuldades e rotinas. Que a tua oração seja também o teu envio rumo ao coração dos teus dias.

Sexta-feira da quinta semana do tempo pascal

Sexta-feira da quinta semana do tempo pascal

Estás prestes a iniciar o teu momento de oração. Hoje, abre o teu coração com o seguinte ensinamento de Macário do Egito, monge cristão do século quarto: «Não é preciso falar muito durante a oração, mas devemos estender com frequência as mãos e dizer: ‘Senhor, tem piedade de nós, como tu quiseres e souberes’. Quando a tua alma estiver angustiada, diz: ‘Ajuda-me’. E Deus far-te-á misericórdia, Porque Ele sabe o que nos convém».
Começa assim a tua oração.

Quinta-feira da quinta semana do tempo pascal

Quinta-feira da quinta semana do tempo pascal

Esteja na tua voz Aquele que habita no interior do teu coração. Esteja nos teus gestos Aquele que se debruça a curar as feridas do próximo. Esteja no teu perdão Aquele que corre ao encontro do filho perdido. Esteja na tua vida Aquele que parte o pão e o reparte, o seu Corpo entregue e ressuscitado. E que a tua oração seja o espaço de encontro com o Senhor da tua vida.

Quarta-feira da quinta semana do Tempo Pascal

Quarta-feira da quinta semana do Tempo Pascal

Os Evangelhos não narram a Ressurreição de Jesus como um acontecimento em si, um fenómeno extraordinário, tal como tendemos a imaginar. Para os Evangelhos, a Ressurreição de Jesus narra-se sempre através de um encontro, do testemunho dos discípulos que encontram o Senhor na sua Paz. Hoje, começa a tua oração na confiança desta Boa Nova; e que ela te conduza no testemunho, na esperança e na paz.

Terça-feira da quinta semana do tempo pascal

Terça-feira da quinta semana do tempo pascal

A Páscoa narra uma história de grandeza e de pequenez. É a grandeza de uma vida nova,  da vitória sobre o pecado e sobre a morte; mas é também a pequenez de quem se entrega na sua fragilidade e se revela apenas àqueles que nunca deixam de escutar o suave rumor da fé e da esperança. A Páscoa é a história de Jesus. Que ela se torne, também, a tua história hoje e em todos os dias da tua vida. Começa assim a tua oração.

Segunda-feira da quinta semana do tempo pascal.

Segunda-feira da quinta semana do tempo pascal.

Hoje, abre um espaço à tua oração com estas palavras do jesuíta francês Teilhard de Chardin: «Perde-te confiando cegamente nesse Deus que te quer e que chegará até ti, mesmo que nunca O vejas. Pensa que estás nas suas mãos, tanto mais seguro, quanto mais decaído e triste te encontrares. Vive feliz. Vive em paz. Que nada seja capaz de te tirar a paz. Adora e confia».

Quinto Domingo da Páscoa

Quinto Domingo da Páscoa

Há um tom familiar, um ambiente, uma atmosfera de confiança que envolve Jesus e os seus discípulos. É nesta confiança que Jesus promete uma morada, um lugar, um caminho, uma vida. Hoje, o primeiro dia da semana, na memória da Páscoa do Senhor, sobe à sala de cima,  reúne-te com os discípulos e escuta uma Palavra de vida, de luz e de paz. Começa assim a tua oração.

Sexta-feira da quarta semana do Tempo Pascal

Sexta-feira da quarta semana do Tempo Pascal

Hoje, começa a tua oração renovando a confiança no Senhor com estas palavras do Salmo cinquenta e sete: «Tem compaixão de mim, ó Deus, tem compaixão, porque em Ti me refugio e me abrigo à sombra das tuas asas, até que passe o perigo. O meu coração está firme, ó Deus, o meu coração está firme. Hei de louvar-te, Senhor, pois o teu amor é tão grande que chega ao céu e a tua fidelidade chega até às nuvens».

Quarta-feira da quarta semana do Tempo Pascal

Quarta-feira da quarta semana do Tempo Pascal

Estás prestes a iniciar o teu momento de oração. Hoje, permite que ecoem no teu coração estas palavras pronunciadas por Gregório Magno, no século sexto: «Aquele que segue o Senhor na simplicidade do coração é nutrido com um alimento de eterna frescura. Que são afinal as pastagens destas ovelhas,
senão as profundas alegrias de um paraíso sempre verdejante? O alimento dos eleitos é o rosto de Deus, sempre presente». 

Terça-feira da quarta semana do Tempo Pascal

Terça-feira da quarta semana do Tempo Pascal

Na tradição dos monges ortodoxos, a oração é vivida sobretudo como uma procura da sobriedade: não somente de uma vida sóbria nos bens materiais, mas, acima de tudo, uma vida sóbria nas palavras, nos pensamentos, na imaginação, nas vozes que levamos dentro de nós, nos ressentimentos e medos que transportamos. Hoje, pede ao Senhor esta sobriedade, para a tua oração e para a tua vida.

Segunda-feira da quarta semana do Tempo Pascal

Segunda-feira da quarta semana do Tempo Pascal

A oração alimenta-se do nosso desejo, como a candeia se alimenta do azeite. Não deixes morrer em ti o desejo, a promessa, a confiança e a liberdade de que vivem as crianças. Hoje, começa a tua oração com as palavras do poeta Daniel Faria: «Faltam-me apenas os pés feridos dos que peregrinam / Faltam-me no chão duro das promessas / Os joelhos / Queria tanto andar em redor, rodear-te, se soubesses como / Queria amar-te tanto». 

Quarto Domingo da Páscoa

Quarto Domingo da Páscoa

Hoje tem início uma nova semana da tua vida. Não sabes o que ela te reserva mas sabes que, no seu princípio, está o Ressuscitado, que te acompanha em todos os momentos. Por isso, o Domingo é o primeiro dia da semana: para que possas dar o tom e o timbre, a voz e os passos de Jesus a todos os teus gestos e opções. Começa assim a tua oração.

Quinta-feira da terceira semana do Tempo Pascal

Quinta-feira da terceira semana do Tempo Pascal

Precisamos de alimento para o caminho. Os nossos dias são abreviados com os ritmos rápidos e frenéticos em que vivemos. E só quando paramos, só quando nos detemos somos capazes de contemplar, com a largueza do nosso olhar, a beleza, a imensidão e a exigência que a nossa vida representa. Detém-te, hoje, neste olhar, e pede o único pão que te alimenta para o teu longo caminhar.