Quarta-feira da décima quinta semana do Tempo Comum

Hoje é dia dezoito de julho, quarta-feira, memória litúrgica do Beato Bartolomeu dos Mártires.

Arcebispo de Braga no século XVI,
Bartolomeu, natural da freguesia dos Mártires, em Lisboa,
dedicou a sua vida ao ministério pastoral,
ao ensino do Evangelho, ao encontro com os mais afastados
do vasto território da sua arquidiocese.
Encontra-te com esta tradição de santidade
que percorre a linha da história da Igreja.
E inicia a tua oração em comunhão com todos os cristãos
que, espalhados pelo mundo, elevam o seu louvor e a sua gratidão.

Escuta esta passagem do Evangelho segundo São Mateus. [Ev Mt 11, 25-27]

Jesus exclamou:
«Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra,
porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes
e as revelaste aos pequeninos.
Sim, Pai, Eu Te bendigo,
porque assim foi do teu agrado.
Tudo Me foi dado por meu Pai.
Ninguém conhece o Filho senão o Pai
e ninguém conhece o Pai senão o Filho
e aquele a quem o Filho O quiser revelar». 

Hoje, a leitura começa com uma exclamação de Jesus, que bendiz o Pai. Começa a tua oração por abrir o coração e dizer bem de Deus e do que Ele faz no mundo em geral, num círculo mais próximo, à tua volta, e na tua própria vida. 

Há uma sabedoria que está ao alcance de todos. Não é preciso uma inteligência extraordinária para seguir Jesus. Muitas vezes, complicamos a vida com teorias que até podem servir de desculpa para a nossa inércia. 
Considera como é simples o mandamento de amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos. 

Ouve outra vez o texto e repara que é um diálogo entre Jesus e o seu Pai. Do que conheces de Jesus, como descreverias esta sua relação com o Pai? 


Para acabar a tua oração, fala ao teu Pai, que está no Céu, como ouviste hoje Jesus a fazê-lo. Agradece, louva-O pelas coisas que tens, pelo que és, ou pelo que vês à tua volta. 

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Ámen.