Quarta-feira da sétima semana do tempo comum

Hoje é dia dezoito de maio, quarta-feira da sétima semana do tempo comum.

“Porque hei-de inquietar-me nos dias maus?” – interroga-se o salmista. 

Pode parecer uma pergunta sem sentido, 
pois é normal inquietar-se quando o mal nos bate à porta. 
Mas o salmista interroga-se a partir da fé em Deus
e não tendo em vista cálculos humanos. 
Se confias em Deus, 
sabes que o mal vai e vem, 
mas o Amor de Deus permanece para sempre. 
Pede ao Senhor esta confiança... e começa assim a tua oração.

 

Escuta esta passagem da Carta de São Tiago. [Tg 4, 13-17]

Agora, escutai-me, vós que dizeis:
«Hoje ou amanhã iremos a tal cidade,
onde passaremos um ano,
fazendo negócio e tirando lucro».
Mas vós não sabeis o que traz o dia de amanhã.
Que vem a ser, afinal, a vossa vida?
Sois como a neblina que aparece um momento
e se esvai em seguida.
Deveríeis antes dizer:
«Se o Senhor quiser,
estaremos vivos e faremos isto ou aquilo».
Mas ao contrário, envaideceis-vos com a vossa arrogância.
Toda a presunção desse género é má.
Assim, quem sabe fazer o bem e não o faz
comete pecado. 

 

Pontos de oração

São Tiago diz-nos que a “vida é como a neblina que aparece um momento e se esvai em seguida”. Já tiveste alguma vez esta sensação?

Habitualmente, dizes “Tenho tudo controlado” ou dizes Se o Senhor quiser estaremos vivos e faremos isto ou aquilo?

Ouve de novo a carta de São Tiago e a sua profunda sabedoria de vida.

 

Colóquio final

Termina a tua oração entregando a tua vida ao Senhor e pedindo-Lhe somente a capacidade de fazer o bem a cada instante.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Ámen.