Sexta-feira da oitava semana do tempo comum

Hoje é dia vinte e sete de maio, sexta-feira da oitava semana do tempo comum.

Deus não abandona os seus filhos. Ele está sempre presente no meio de nós, connosco nos desafios mais difíceis, ao nosso lado nas alegrias mais profundas. Pede-Lhe que a tua vida seja guiada pela sua vontade e que te dê a graça de estares realmente ao seu serviço, na certeza que Ele te ama incondicionalmente! 
Assim, vale a pena começares a tua oração.

 

Escuta esta passagem da primeira carta de São Pedro. [1 Pedro 4, 7-13]

O fim de todas as coisas está próximo.
Sede prudentes e sóbrios, para vos dedicardes à oração.
Sobretudo, conservai uma caridade intensa
uns para com os outros,
porque a caridade cobre a multidão dos pecados.
Praticai entre vós a hospitalidade, sem murmuração.
Cada um de vós ponha ao serviço dos outros os dons que recebeu,
como bons administradores da graça de Deus,
tão variada nas suas formas.
Se alguém fala, diga palavras de Deus;
se alguém exerce um ministério,
faça-o como um mandato recebido de Deus,
para que em tudo Deus seja glorificado, por Jesus Cristo,
a quem é devida a glória e o poder
pelos séculos dos séculos. Ámen.
Caríssimos, não vos perturbeis
com a labareda que se acendeu no meio de vós para vos provar,
como se estivesse a acontecer-vos alguma coisa estranha.
Alegrai-vos na medida em que participais nos sofrimentos de Cristo
a fim de que possais também alegrar-vos e exultar
no dia em que se manifestar a sua glória.

 

Pontos de oração

A prudência e a sobriedade conduzem à oração. Quem é ponderado e discreto no seu modo de agir encontra mais facilmente Deus em todas as coisas. E um dos frutos de uma vida assim é o amor ao próximo que se manifesta na atenção aos mais frágeis, no cuidado de quem sofre e na generosidade sem medida. 

O Apóstolo Pedro, nesta sua carta, deixa-nos um pedido: «Ponha cada um de vós, ao serviço dos outros, os dons que recebeu, como bons administradores da graça de Deus». 
Os talentos que tens foram-te dados para serem exercitados para o bem de todos. Administras o que tens em favor de quem mais precisa?

A prática da hospitalidade é uma grande virtude cristã. Acolher sem maldizer quem nos rodeia, sobretudo se for diferente de nós, é um dever do cristão. Está atento às palavras de S. Pedro sobre as formas de agir em nome de Jesus.

 

Colóquio final

A Carta de S. Pedro termina com um convite à alegria. Mas esta também se vive nas dificuldades, quando se participa nos sofrimentos de Cristo. 
Ao concluíres a oração, pede a Jesus que te ajude a viver com alegria alguma dificuldade mais persistente na tua vida.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Ámen.