Hoje é dia sete de setembro, segunda-feira da vigésima terceira semana do tempo comum.
Toma consciência daquilo que te rodeia,
bom ou mau...,
alegre ou triste...
ou talvez indiferente...
É aí que Deus te quer falar, hoje.
É aí que tu podes falar com Ele.
Procura que as circunstâncias não te distraiam do essencial:
Deus que vem ao teu encontro.
Deixa-te encontrar...
e começa assim a tua oração.
Escuta esta passagem do Evangelho segundo São Lucas.
Ev Lc 6, 6-11
Jesus entrou numa sinagoga a um sábado e começou a ensinar.
Estava lá um homem com a mão direita paralítica.
Os escribas e fariseus observavam Jesus,
para verem se Ele ia curar ao sábado
e encontrarem assim um pretexto para O acusarem.
Mas Jesus, conhecendo os seus pensamentos,
disse ao homem que tinha a mão paralítica:
«Levanta-te e põe-te de pé, aí no meio».
O homem levantou-se e ficou de pé.
Depois Jesus disse-lhes:
«Eu pergunto-vos se é permitido ao sábado fazer bem ou fazer mal,
salvar a vida ou tirá-la».
Então olhou para todos à sua volta e disse ao homem:
«Estende a mão».
Ele assim fez e a mão ficou curada.
Os escribas e fariseus ficaram furiosos
e começaram a falar entre si do que haviam de fazer a Jesus.
Jesus entrou na Sinagoga e viu um homem paralítico, deficiente. Olha à tua roda e vê as pessoas que conheces com graves problemas ou deficiências físicas, psicológicas... Será que se pode fazer alguma coisa? Pensas que pode haver um dia em que seja proibido ajudar ou tentar curar?
Põe-te na pele de Jesus: Ele quer curar aquele homem; Ele quer ajudar os fariseus a ultrapassar as suas paralisias de legalismo religioso. Que faz Ele? Que farias tu?
Depois de teres ouvido de novo o Evangelho, põe-te na pele do homem curado. Qual seria a tua atitude? Como te relacionas hoje com os mais necessitados? Reconheces em ti algum tipo de rigidez interior que te feche à possibilidade de reconheceres a ação do Pai?
Para terminar, agradece a Jesus este ensinamento: Ele não discute, nem justifica; apenas faz a pergunta certa: aquela que nos faz pensar criticamente.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Ámen.
