Hoje é dia onze de setembro, sexta-feira da vigésima terceira semana do tempo comum.
Aproveita estes momentos iniciais da tua oração
para apresentares a Deus
o desejo ou a preocupação que mais te ocupa neste momento.
Não compliques,
nem queiras parecer mais ou menos do que aquilo que és.
Sê simplesmente tu
e deixa que o Senhor te acolha como és,
sem máscaras nem disfarces...
E começa assim a tua oração.
Escuta esta passagem do Evangelho segundo São Lucas.
Ev Lc 6, 39-42
Jesus disse aos discípulos a seguinte parábola:
«Poderá um cego guiar outro cego? Não cairão os dois nalguma cova?
O discípulo não é superior ao mestre,
mas todo o discípulo perfeito deverá ser como o seu mestre.
Porque vês o argueiro que o teu irmão tem na vista
e não reparas na trave que está na tua?
Como podes dizer a teu irmão:
‘Irmão, deixa-me tirar o argueiro que tens na vista’,
se tu não vês a trave que está na tua?
Hipócrita, tira primeiro a trave da tua vista
e então verás bem para tirar o argueiro da vista do teu irmão».
Jesus continua a fazer ver a novidade do seu anúncio, da Boa Nova.
Jesus sabe tocar nos nossos pontos fracos. É verdade que todos temos muita facilidade em ver os defeitos dos outros e ignorar (ou nem dar conta) dos nossos. Há uma coisa muito perigosa que é ver os defeitos e esquecer as qualidades. Distorce a realidade.
Como anda o teu exame de consciência?
Só depois de tomares consciência humilde e corajosa da tua realidade é que podes olhar para os outros.
Escuta de novo a palavra de Jesus. Ele não dá uma receita e um conjunto de normas feitas. Diz-te: segue-Me; faz como Eu. “Todo o discípulo deverá ser como o seu mestre”.
Conclui este tempo de meditação agradecendo a paciência de Deus com cada um. E pede a graça de tratar os outros como Ele te trata.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Ámen.
