Terça-feira, memória litúrgica de São Cirilo e São Metódio

Terça-feira, memória litúrgica de São Cirilo e São Metódio

Os momentos de dificuldade e angústia levam-nos a duvidar das promessas e fidelidades que constroem a nossa vida. É nas situações de sofrimento que a nossa memória mais necessita de recordar a bondade que nos permite viver.
Neste dia em que popularmente se celebra o amor, prepara-te para iniciar a tua oração, e agradece ao Senhor pela graça e pela exigência das relações de amor que tecem a tua vida. Começa assim a tua oração. 

Sexto domingo do tempo comum

Sexto domingo do tempo comum

A oração é um caminho frágil, necessitado de silêncio, perseverança e gratidão. Não deixes de pedir ao Senhor um coração de carne, capaz de escutar a Palavra e de se deixar moldar por ela. Assim, a tua vida será um constante caminho de escuta, de entrega e de comunhão com o mistério de Deus.
Assim, poderá ressoar em ti a pergunta que uma poetisa judia  deixou num dos seus poemas: “Se os Profetas se erguessem na noite da Humanidade como amantes que buscam o coração do amado, terias tu um coração para perdoar?”

Sexta-feira, memória litúrgica de Santa Escolástica

Sexta-feira, memória litúrgica de Santa Escolástica

Hoje, a Igreja celebra a memória de Santa Escolástica, irmã de São Bento, que viveram no século sexto. Juntos, marcaram a história da Igreja e da Europa, graças à enorme riqueza espiritual e cultural das comunidades monásticas que fundaram.
Celebrar a memória dos santos é celebrar uma tradição de fidelidade à vontade de Deus no meio das tribulações e acontecimentos dos séculos. Agradece esta história que chega hoje até ti, sente-te membro dela, continua a escrevê-la. E começa assim a tua oração.

Quinta-feira da quinta semana do tempo comum

Quinta-feira da quinta semana do tempo comum

Jesus comparou o Reino de Deus ao fermento que uma mulher mistura com três medidas de farinha até que tudo fique fermentado. Também a tua oração poderá ser pequena, breve,  simples e frágil como o fermento; mas não duvides do seu poder de transformar.
Não hesites em misturar a oração com a tua vida, em tudo o que ela é, com os ritmos que tem. Essa é a farinha de que dispões. Junta-lhe, hoje, este pequeno fermento da tua oração, e deixa-a fermentar.

Quarta-feira da quinta semana do tempo comum

Quarta-feira da quinta semana do tempo comum

A oração, num primeiro momento, é formada pelas palavras que circulam na mente e no coração. Trata-se das preocupações e desejos, das memórias recentes.
Permite que essas palavras venham à tua presença. São os sinais que te alertam sobre o modo como vives, como atuas, como pensas. E aí poderás encontrar as coordenadas do teu existir, e de como, silenciosamente, Deus está presente.
Começa assim a tua oração. 

Terça-feira, festa litúrgica das Cinco Chagas do Senhor

Terça-feira, festa litúrgica das Cinco Chagas do Senhor

Celebra-se hoje a festa litúrgica das Cinco Chagas do Senhor, isto é, as feridas que Cristo recebeu na cruz e manifestou aos Apóstolos depois da ressurreição. 
Hoje rezas em comunhão com a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, que te lembra tantas pessoas que vivem com as Chagas de Cristo na sua própria carne, perseguidas por causa da sua fé no Senhor Jesus.
Traz para a tua oração os nossos irmãos e irmãs odiados e perseguidos na sua terra, refugiados em países estranhos, em situação de guerra ou impedidos de praticar livremente a sua fé. Agradece ao Senhor a sua coragem e fidelidade. E começa assim a tua oração. 

Segunda-feira, memória litúrgica dos Santos Paulo Miki e Companheiros, mártires

Segunda-feira, memória litúrgica dos Santos Paulo Miki e Companheiros, mártires

A oração é o movimento de alguém que se descobre indigente, ferido, peregrino. É expressão da fragilidade, da busca, do desejo de um encontro. É a linguagem do amor.
Na tua oração, procura tocar o Mistério na orla do seu manto, nem que seja apenas com a ponta dos dedos. Se unicamente encontrares o silêncio, não desanimes: será o melhor sinal de que o Senhor te rodeia e te envolve.

Quinto domingo do tempo comum

Quinto domingo do tempo comum

A oração é talvez a dimensão mais vital da vida do cristão.
É a necessidade de criar espaços e ritmos, de recolher as palavras e os sinais, de encontrar os irmãos num mesmo louvor.
Talvez a vocação do cristão, a sua peculiaridade, o seu contributo esteja nesta abertura, neste respiro de Graça no seio de uma sociedade marcada por rotinas mecânicas e desumanas. O domingo é o símbolo por excelência desta Graça.
Começa assim a tua oração.  E hoje, se puderes, dedica-lhe um tempo maior, com o silêncio ou com as palavras que o teu coração pedir.

Sexta-feira da quarta semana do tempo comum

Sexta-feira da quarta semana do tempo comum

Isaac de Nínive, monge sírio do século sétimo, deixou-nos esta bela imagem sobre a misericórdia de Deus:
«Como um punhado de areia no imenso mar,  assim são as culpas da humanidade face à providência e misericórdia de Deus. Da mesma forma que uma sobreabundante nascente não pode ser tapada por um punhado de pó, também a compaixão do Criador não pode ser vencida pelo pecado da criatura».
Neste momento, imagina o imenso mar, ou uma sobreabundante nascente de água. Saboreia deste modo o perdão e a graça de Deus. E começa assim a tua oração.

Quinta-feira, festa litúrgica da Apresentação do Senhor

Quinta-feira, festa litúrgica da Apresentação do Senhor

Hoje, a Igreja celebra a festa da Apresentação do Senhor no templo.
Um pouco por todo o mundo, os cristãos reúnem-se em comunidade, caminhando com o símbolo da luz entre as mãos.
Levamos nas nossas mãos o brilho da luz, um dom frágil, pequeno e simbólico, que facilmente se apaga com o vento ou se esconde nos brilhos da cidade.
Assim é a tua oração: uma pequena luz nas tuas mãos, a precisar de alento e alimento.
Mas como uma vela pode iluminar o teu caminho se a transportares contigo, assim a oração poderá iluminar a tua vida se dela não te separares.

Quarta-feira da quarta semana do tempo comum

Quarta-feira da quarta semana do tempo comum

Deus conhece-nos no mais profundo de nós mesmos. Mais além do que em nós é superficial, as nossas capas de aparência, a nossa busca incessante de satisfazer as necessidades mais imediatas.
Que a tua oração seja um momento de paz, um encontro com a bondade que habita a tua vida.
Não te deixes guiar pelo que de mais urgente habita a tua mente: só assim poderás discernir e iluminar os medos, angústias e ressentimentos que te impedem de ser feliz.
Assim, vale a pena começares a tua oração.