Celebra-se hoje a memória de um bem-aventurado português que, juntamente com os seus quarenta companheiros jesuítas, deu a sua vida pela expansão do Reino de Deus. No silêncio do teu coração, procura um espaço onde possas estar a sós com o Senhor, para contemplar o seu Rosto, esse Rosto que acendeu o coração dos missionários com a paixão de espalhar a fé em Jesus Cristo.
Décimo quinto Domingo do Tempo Comum
Sexta-feira da décima quarta semana do Tempo Comum
Quinta-feira da décima quarta semana do Tempo Comum
Hoje, começa a tua oração e dilata o teu coração com estas palavras de louvor do Salmo trinta e seis:
«A tua bondade, Senhor, chega até aos céus, e a tua fidelidade até às nuvens. Ó Deus, que maravilhosa é a tua bondade! Os humanos refugiam-se debaixo das tuas asas, podem saciar-se da abundância da tua casa. Tu os inebrias no rio das tuas delícias. Em ti está a fonte da vida e é na tua luz que vemos a luz».
Quarta-feira da décima quarta semana do Tempo Comum
Inácio de Antioquia, no século segundo da era cristã, deixou numa das suas cartas um apelo pela sua Igreja, já perseguida naquele tempo, e pela qual haveria de viver a entrega plena do martírio. Hoje, começa a tua oração escutando as suas palavras e o seu apelo: «Lembrai-vos de mim nas vossas orações, para que chegue até Deus; e lembrai-vos também da Igreja da Síria, para que Deus se digne,
por meio da vossa Igreja, derramar o seu orvalho sobre nós».
Terça-feira, festa litúrgica de São Bento, Padroeiro da Europa
Hoje, a Igreja celebra a memória de São Bento, considerado o pai das comunidades monásticas ocidentais. É a escuta da Palavra, a fidelidade à presença de Deus nos silenciosos rumores da vida
que guia a vida dos discípulos. Hoje, inclina o teu ouvido, como um filho que escuta uma história de amor, e começa a tua oração.
Segunda-feira da décima quarta semana do Tempo Comum
Hoje, começa a tua oração deixando ressoar, no teu coração, estas palavras de Sophia de Mello Andresen: «Senhor, como estás longe e oculto e presente! Oiço apenas o ressoar do teu silêncio que avança para mim e a minha vida apenas toca a franja límpida da tua ausência. Fito em meu redor a solenidade das coisas como quem tenta decifrar uma escrita difícil. Mas és Tu quem me lês e me conheces. Faz que nada do meu ser se esconda».
Décimo quarto Domingo do Tempo Comum
Pode um jugo ser suave e uma carga leve? Pode algo revelar-se aos pequenos e esconder-se aos sábios e entendidos? Pode um Filho revelar-nos o rosto de um Deus que é Pai? Esta é a maravilha maior da experiência cristã, do Evangelho de um Reino de liberdade. Hoje, coloca os teus jugos e cargas
nas mãos do Senhor. E mergulha nesta Boa Notícia de Graça.
Sexta-feira da décima terceira semana do tempo comum
A oração dá-te as mãos ao mistério de Jesus, ela é um caminho de atração, de beleza e de fascínio. Hoje, permite que o louvor ocupe os teus lábios, e canta a beleza do Senhor com este hino de Santo Agostinho: «Ele é belo no céu e belo na terra: belo no seio materno e belo nas mãos de seus pais; belo nos seus milagres e belo ao ser torturado; belo quando convida à vida, e belo quando não lhe importa a morte; belo quando entrega a sua vida, e belo ao retomá-la de novo; belo na cruz; belo no sepulcro; belo no céu.»
Quinta-feira da décima terceira semana do tempo comum
Os relatos bíblicos não te apresentam somente um modelo ético ou religioso de uma humanidade perfeita a que deveríamos aspirar. Neles encontramos o sangue dos filhos sacrificados, o clamor dos pobres a quem ninguém socorre, a violência misturada no seio da história, como o joio que cresce junto do trigo. É no seio dessa história que, de modo frágil e irreversível, emerge a experiência de um Deus que não pede nem exige o sofrimento dos seus filhos. Acolhe esta história, reconhece nela o teu caminho; e começa assim a tua oração.
Quarta-feira da décima terceira semana do tempo comum
O verão é o tempo dos dias longos e das noites ao luar. O Cosmos abre-se em toda a sua grandeza, para quem arrisca parar e erguer os olhos. Hoje, começa a tua oração e prepara o teu coração com estas palavras do poeta Daniel Faria: «Amo o caminho que estendes por dentro das minhas divisões. Ignoro se um pássaro morto continua o seu voo se se recorda dos movimentos migratórios e das estações. Mas não me importo de adoecer no teu colo De dormir ao relento entre as tuas mãos».
Terça-feira, memória litúrgica de Santa Isabel de Portugal
A Bíblia privilegia a linguagem do corpo: é aí que têm lugar os gestos e comportamentos, e é aí também que emergem as atitudes e pensamentos. Começa a tua oração com as palavras do salmo 26; que elas sejam o propósito que orienta o teu caminhar: «Senhor, faz-me justiça, pois tenho vivido com retidão; em ti, Senhor, confio sem vacilar. Examina-me e põe-me à prova; purifica-me os rins e o coração. Eu tenho a tua bondade diante dos meus olhos e caminho na tua verdade».











