Quinta-feira da décima sétima semana do Tempo Comum

Quinta-feira da décima sétima semana do Tempo Comum

Como traduzir por palavras o mistério de Deus e do seu Espírito que habita em nós? Hoje, abre um espaço em ti para a oração com a seguinte invocação do poeta António Ramos Rosa: «Ele é um silêncio e esse silêncio move-nos a procurar a palavra mais digna de tão puro silêncio. Ele é a Presença do presente e sem ser visível é a visibilidade de tudo quanto vemos à luz do seu olhar aberto e luminoso. Ele habita em nós mas na distância que há em nós e preenche-a com o alvor do seu corpo indivisível».

Quarta-feira da décima sétima semana do Tempo Comum

Quarta-feira da décima sétima semana do Tempo Comum

Os nossos dias são preenchidos por pequenas pérolas e tesouros que se escondem no seio do campo e da história. Acredita nesta verdade com todo o teu ser: os teus dias têm, mesmo que silenciosamente,
as maiores e mais belas pérolas que poderás conhecer e encontrar. Hoje, inicia a tua oração com esta confiança: e que a oração te leve à atenção, à procura e à liberdade de reconhecer e acolher todos os tesouros da tua vida.

Terça-feira, memória litúrgica de Santo Afonso Maria de Ligório

Terça-feira, memória litúrgica de Santo Afonso Maria de Ligório

Hoje, a Igreja celebra a memória de Santo Afonso que, em pleno século dezoito, viveu e anunciou o amor misericordioso e redentor de Deus num contexto onde era forte a tentação do rigorismo moral e onde se espalhava uma imagem terrível do Senhor. Hoje, passados três séculos, começa a tua oração com as suas palavras: «Não se contentou Deus em dar-nos todas as formosas criaturas. Para conquistar todo o nosso amor, foi muito mais além e deu-Se a si mesmo totalmente a nós. Pelo amor imenso – melhor, pelo seu excessivo amor por nós, o Pai enviou o seu amado Filho».