André, irmão de Simão Pedro, foi dos primeiros discípulos de Jesus. Da sua vida sabemos muito pouco, mas da sua paixão por Cristo sabemos que foi ao ponto de o levar ao martírio.
Foi por causa de homens e mulheres assim que o Evangelho se difundiu, ao longo dos séculos. Dá graças ao Senhor por tantos que são capazes de deixar tudo para O seguir... e unido aos que mais sofrem por causa do nome de Cristo, começa a tua oração.
Quarta-feira da trigésima quarta semana do tempo comum
Abre o teu coração ao Espírito Santo. Pede-Lhe que te revele as profundezas da tua pobreza, do teu egoísmo, do teu apego a ti e às coisas. Deixa que seja o mesmo Espírito a revelar-te a tua capacidade de amar, de te dares, de seres feliz com os outros... Deixa que o Espírito Santo te liberte das ilusões e dos preconceitos... E, assim, livre para o teu encontro com Deus e com os outros, começa a tua oração.
Terça-feira da trigésima quarta semana do tempo comum
Começa este tempo de oração com um ato de fé na presença do Senhor. Procura fazer este ato de fé com palavras tuas, que te comprometam e exprimam os teus sentimentos mais profundos. Repete-as uma e outra vez, dando tempo para que a presença de Deus se faça realidade vivida por ti, nas circunstâncias em que te encontras. Se não conseguires sentir a presença de Deus, não te enerves. Permanece firme na tua oração e diz humildemente: “Eu creio, Senhor. Aumenta a minha pouca fé”.
Segunda-feira da trigésima quarta semana do tempo comum
Olha à tua volta. Provavelmente, encontras a realidade de todos os dias diante dos teus olhos. Procura ver com os olhos de Jesus: com simplicidade, mas também com prudência; com respeito, mas sem respeitos humanos... e, sobretudo, com amor, o único modo de olhar capaz de ver para lá das aparências. Pode ser que, olhando assim, descubras algo de novo no teu quotidiano. Se for o caso, começa por aí a tua oração...
Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo
Este é o último domingo do ano litúrgico. Pode ser também o final de mais uma etapa na tua vida de oração. Olha por momentos para o caminho que fizeste. Recorda as graças que o Senhor te concedeu, as vezes que sentiste a sua presença mais próxima e mais amiga. Recorda, agradece e repousa no coração deste Senhor do Universo, que te ama como se não existisse mais ninguém. Começa assim a tua oração.
Sexta-feira, memória litúrgica dos Santos André Dung-Lac e Companheiros
Hoje és convidado a mergulhar no Mistério de Deus, Aquele que te sustenta e te envolve em cada instante com a sua Presença amorosa. Este encontro é suporte da tua fé, da tua esperança e do teu amor. É também este encontro na oração que sustenta os teus irmãos na fé, perseguidos por causa de Cristo. Hoje, deixa-te ficar em união com eles e com os voluntários da Ajuda à Igreja que Sofre que os acompanham um pouco por todo o mundo. E começa assim a tua oração.
Quinta-feira da trigésima terceira semana do Tempo Comum
Estás a iniciar o teu breve momento de oração. Deixa que esta te inicie na pedagogia da vigilância, da escuta e atenção aos sinais da presença do Senhor na tua vida, muitas vezes escondidos aos teus olhos. Baixa as defesas que a tua mente aprendeu a erguer, as justificações, seguranças e máscaras, e entrega-te ao Senhor em tudo o que és: Ele te recebe como um Pai de misericórdias, pois não está longe de ti; n’Ele vivemos, nos movemos e existimos. Começa assim a tua oração.
Quarta-feira, memória litúrgica de Santa Cecília
Hoje, começa a tua oração acolhendo no teu coração estas palavras de confiança escritas pelo profeta Isaías: «Porque murmuras, Israel: “O Senhor não compreende o meu destino, o meu Deus ignora a minha causa!”. Porventura não sabes? Será que não ouviste? O Senhor é um Deus eterno, que criou os confins da terra. Não se cansa nem perde as forças. É insondável a sua sabedoria. Aqueles que confiam no Senhor renovam as suas forças. Têm asas como a águia, correm sem se cansar, marcham sem desfalecer».
Terça-feira, memória litúrgica da Apresentação de Nossa Senhora
Santo Agostinho, no século IV, proferiu esta frase surpreendente: «Maria cumpriu, e cumpriu perfeitamente, a vontade do Pai; e, por isso, Maria tem mais mérito por ter sido discípula de Cristo do que por ter sido mãe de Cristo; mais ditosa é Maria por ter sido discípula de Cristo do que por ter sido mãe de Cristo». Santo Agostinho aponta-nos para o essencial da experiência cristã: a escuta fiel da Palavra, a entrega filial na fé. Que a tua vida e a tua oração sejam, a exemplo de Maria, um caminho de entrega à vontade do Pai.
Segunda-feira da trigésima terceira semana do Tempo Comum
Hoje, começa o teu momento de oração com estas palavras de um poema de António Couto: «Sei bem que foste tu que me puseste em movimento, que teceste o meu ser, que me deste a vida e de comer, que me acolheste e me acolhes sempre em tua casa. Como é que estou então ainda aqui parado na berma desta estrada, pensando que fui eu que me pus no ser, que sou dono de mim, que esta vida é minha? Não fiques aí parado, meu irmão. Olha com mais atenção, olha com o coração o chão que sonhas, o céu que lavras. Recomeça!»
Trigésimo terceiro domingo do Tempo Comum
O medo leva-nos a esconder os nossos talentos, a converter em posse o que é dom, a procurar a segurança nos bens acumulados quando apenas a partilha gera abundância. Hoje, domingo, Dia Mundial dos Pobres, abre os teus olhos à dignidade de cada pessoa e à urgência da partilha. Faz de cada gesto um compromisso pela justiça. Não fiques apenas nas intenções, olha à tua volta, escuta o grito que vais socorrer, vê as lágrimas que vais enxugar... E começa assim a tua oração.
Sexta-feira, memória litúrgica de Santa Isabel da Hungria
Abbé Pierre, fundador do Movimento de Emaús, escreveu: «Viver a caridade não é apenas dar, é ter sido ferido, é estar ferido pelo ferimento do outro. Também é unir todas as minhas energias às dele para juntos nos curarmos do seu mal, que passou a ser meu». Hoje, começa a tua oração abrindo-te à presença do Espírito de Amor capaz de transformar o teu coração de pedra num coração de carne.











