Sexta-feira da vigésima primeira semana do tempo comum

Sexta-feira da vigésima primeira semana do tempo comum

Reza, hoje, como se não houvesse amanhã. Como se não fosses dono do tempo que te é dado – porque, de facto, não és esse dono que pode dispor do tempo conforme lhe apetece. Simplesmente, não sabes nada sobre isso, a não ser que agora desejas estar com o Senhor, em oração. Há uma liberdade grande nesta consciência da tua fragilidade, da impossibilidade de controlares o minuto que passa... entrega tudo ao Senhor, diz-lhe quanto confias na sua bondade, fala-Lhe da tua certeza de estares em boas mãos porque estás nas mãos d’Ele... e começa assim a tua oração.

Quinta-feira, memória litúrgica do martírio de São João Batista

Quinta-feira, memória litúrgica do martírio de São João Batista

“O Senhor é grande e digno de louvor”. Deixa-te tocar pela grandeza de Deus, não a grandeza reivindicada pelos poderosos da terra, mas a grandeza do amor: o Senhor é grande porque é Amor. E porque é Amor, é digno de louvor. Esta é a fonte de toda a oração. Uma fonte que alimenta a tua oração mesmo quando estás triste ou sentes dificuldade em rezar. Seja qual for o modo como te sentes hoje, diz no teu coração: “O Senhor é grande e digno de louvor”... e começa assim a tua oração.

Quarta-feira, memória litúrgica de Santo Agostinho

Quarta-feira, memória litúrgica de Santo Agostinho

Depois de ontem ter feito memória da mãe – Santa Mónica – hoje a Igreja faz memória do filho – Santo Agostinho. Agostinho percorreu todos os caminhos do filho pródigo: cheio de dons e incapaz de reconhecer o seu Autor; orgulhoso, rejeitava a sabedoria cristã, que lhe parecia coisa de crianças, diante das alturas da filosofia; quando as suas certezas caíram por terra, viu-se sem nada e começou, penosamente, a percorrer os caminhos que haviam de o levar à casa de Deus. Convertido, abandonou os sonhos de glória, colocou-se ao serviço dos seus irmãos, como sacerdote e bispo. E veio a ser um dos maiores sábios da história cristã. Pede ao Senhor a graça de nunca ignorares o seu chamamento... e começa assim a tua oração.

Terça-feira, memória litúrgica de Santa Mónica

Terça-feira, memória litúrgica de Santa Mónica

Santa Mónica, que a Igreja hoje recorda, é um exemplo de perseverança e humildade. Nas condições do seu tempo, no século quarto, viveu com sabedoria e fidelidade a vida matrimonial, ajudando o marido a mudar comportamentos enraizados na cultura do tempo e, até, a fazer-se cristão. Consciente da sua missão de mãe, ajudou os filhos a crescer na fé, rezando e chorando sobretudo por causa do filho Agostinho, que vivia longe da fé cristã – e teve a felicidade de o ver batizado e discípulo fiel do Senhor Jesus. Agradece ao Senhor este exemplo que te chega de tempos tão distantes e te mostra o caminho do seguimento de Cristo... e começa assim a tua oração

Segunda-feira da vigésima primeira semana do tempo comum

Segunda-feira da vigésima primeira semana do tempo comum

“O Senhor ama o seu povo”, diz o salmista. Tu podes também dizê-lo e podes dizer ainda mais: “O Senhor ama-me com um amor eterno. O Senhor nunca se esquece de mim. Nas minhas dificuldades, nos meus sofrimentos, nas minhas alegrias, o Senhor está sempre a meu lado”... Procura que estas palavras ou outras semelhantes não sejam apenas palavras, mas a realidade profunda de cada um dos teus dias. Faz delas o alicerce que te faz sentir em segurança, mesmo nas situações mais difíceis... E começa assim a tua oração.

Vigésimo primeiro domingo do tempo comum

Vigésimo primeiro domingo do tempo comum

O domingo é a “Páscoa semanal” dos cristãos, a tua Páscoa semanal. E não apenas dos cristãos, mas também de todos os homens e mulheres e do universo, finalmente livres do poder do pecado e da morte. Procura ter presente esta verdade no dia da tua libertação. E procura sentir-te livre, pois a libertação que o Senhor realiza na tua vida nem sempre é evidente, devido às muitas coisas e pessoas a quem dás poder para limitarem a tua liberdade de filho de Deus. Saboreia a liberdade de agora, antecipando a libertação definitiva... E começa assim a tua oração.

Quinta-feira, memória litúrgica da Virgem Santa Maria, Rainha

Quinta-feira, memória litúrgica da Virgem Santa Maria, Rainha

Onde estiveres, dá graças ao Senhor por estar contigo, por ser a tua paz. Agradece-lhe também porque não te pede nada superior às tuas forças, antes te protege com a sua mão poderosa e te concede os seus dons à medida daquilo que precisas em cada momento. Ele é o teu salvador, vem sempre em teu auxílio, para que não caias sob o poder do mal. É possível que não sintas sempre a sua presença, é até normal que assim seja. Mas o Senhor está contigo. Acredita na sua presença... e começa assim a tua oração.

Quarta-feira, memória litúrgica do Papa São Pio Décimo

Quarta-feira, memória litúrgica do Papa São Pio Décimo

“O Senhor é meu pastor: nada me falta”. Este verso do Salmo vinte e dois é o ponto de partida para uma belíssima oração, das mais inspiradas de toda a Bíblia. Pode ser, também, inspiração para estes teus minutos de oração se transformarem num hino de louvor a Deus e num grito de confiança no seu amor. Não importa por onde caminhas, onde te levam os teus passos ou onde o Senhor te conduz, pois a certeza da sua presença enche-te de confiança. Pede ao Senhor que te faça experimentar esta certeza tranquila, só ao alcance dos seus amigos mais íntimos... e começa assim a tua oração.

Terça-feira, memória litúrgica de São Bernardo

Terça-feira, memória litúrgica de São Bernardo

Considera os motivos que te trouxeram a este momento de oração. Valoriza-os por aquilo que são, mas valoriza-os sobretudo pelas suas consequências: criaram esta oportunidade de ficares a sós com o Senhor, de O escutares e de Lhe falares do que te vai no coração. Podes até concluir que precisas de purificar as razões da tua oração. E também isso é fruto do teu encontro com Deus. É por isso que nada se perde na oração, tudo reverte em glória de Deus e contribui para aumentar a qualidade da tua relação com Ele. Feliz por estares com o Senhor, aqui e agora, dá início à tua oração.

Segunda-feira da vigésima semana do tempo comum

Segunda-feira da vigésima semana do tempo comum

A oração é para todas as horas. Se sentes o cansaço dos dias tomar conta de ti, para um pouco com o Senhor e descansa n’Ele. Se te sentes alegre porque os dias que passam correspondem às tuas expectativas, para um pouco e dá graças ao Senhor. Se sentes o peso da rotina diária, a indiferença cinzenta de tudo sempre igual, para um pouco e deixa que o Senhor dê cor aos teus dias. Se te sentes irritado, triste, zangado com os que te rodeiam, para um pouco e entrega tudo isso ao Senhor. E começa assim a tua oração.

Vigésimo domingo do tempo comum

Vigésimo domingo do tempo comum

O domingo continua a ser aquele dia especial que ajuda a viver. Mesmo se tens de trabalhar ao domingo, sentes que não é normal, não é suposto ser assim. O domingo é a pausa para respirar, libertando-se do sufoco de todos os dias. É também a pausa que permite dar mais tempo à oração, mais tempo a Deus. Aproveita estes minutos para fazer esse exercício de respiração espiritual. Ele pode ajudar-te a manter à superfície a tua vida, tantas vezes ameaçada de perder a sua originalidade mais profunda, aquela que lhe vem de Deus. Com este desejo, começa a tua oração.