Quinta-feira, memória litúrgica de Santo Inácio de Antioquia

Quinta-feira, memória litúrgica de Santo Inácio de Antioquia

Confiar no Senhor, entregar-Lhe cada dia... é isso que se espera do discípulo de Jesus. Mas, por vezes, não é suficiente: caído no abismo do pecado ou do sofrimento, só lhe resta o grito de súplica, pedindo que o Senhor faça brilhar a sua salvação. Os mártires de todos os tempos fizeram esta experiência do modo mais radical. Hoje continuam a fazê-la, em tantos lugares da Terra, esquecidos de quase todos. Não os esqueças tu. Leva-os contigo na tua oração. E reza também por todos quantos procuram ir em seu socorro.

Quarta-feira da vigésima oitava semana do tempo comum

Quarta-feira da vigésima oitava semana do tempo comum

Procura fazer da tua oração um tempo de descanso no Senhor. Só tu sabes quanto precisas de um descanso assim, todo entregue nas mãos de Deus, na certeza de que Ele é o teu salvador. Se olhares à tua volta, se atenderes às notícias de cada dia não podes deixar de sentir como são frágeis as seguranças humanas. E não podes deixar de perceber que o discípulo de Cristo está sempre sujeito ao escárnio do mundo ou à perseguição dos homens. Mas podes confiar em Deus, pois Ele é a tua fortaleza... Com esta certeza começa tua oração.

Terça-feira, memória litúrgica de Santa Teresa de Jesus.

Terça-feira, memória litúrgica de Santa Teresa de Jesus.

Procura o silêncio que te permite ficar na presença de Deus: aquela tranquilidade interior que pacifica os teus desejos e torna sereno o constante tumulto de pensamentos desgarrados que quase sempre te ocupam por inteiro. Procura este silêncio, mas não lhe acrescentes ruído, ficando nervoso se não conseguires. Tudo tem o seu tempo e o seu lugar. Nas coisas de Deus, desejar é, de algum modo, começar a conseguir. Se desejas o silêncio que permite a oração, já começaste a rezar, dando início ao teu encontro com Deus. Deixa agora espaço para Deus agir... pois já começaste a tua oração.

Segunda-feira da vigésima oitava semana do tempo comum

Segunda-feira da vigésima oitava semana do tempo comum

O Senhor “levanta do pó o indigente... para o fazer sentar com os grandes do seu povo”, diz o salmista. Razão tinha o Papa Bento XVI quando dizia que a única verdadeira revolução vem de Deus: o pobre senta-se com os grandes do seu povo, os poderosos são derrubados dos seus tronos e os humildes são exaltados. É uma revolução que não se faz pela violência, mas pelo amor. O agente desta revolução é quem se dispõe a seguir o Senhor no caminho do amor e do serviço. Podes ser tu... Pede ao Senhor a coragem de seguires este caminho... e começa assim a tua oração.

Vigésimo oitavo domingo do tempo comum

Vigésimo oitavo domingo do tempo comum

Todos os domingos és convidado a fazer memória da Páscoa do Senhor. Não se trata apenas de lembrar, mais ou menos piedosamente, a morte e ressurreição de Jesus. “Fazer memória”, neste contexto, é tornar atual, viver agora esse acontecimento único na história da humanidade. Um acontecimento que mudou radicalmente a vida de todos os humanos – que mudou radicalmente a tua vida. Como diz São Paulo, “tu estavas morto por causa do pecado”, mas agora, por causa da Páscoa do Senhor, “está vivo para Deus”. Interroga-te sobre o modo como vives este “estar vivo para Deus”... e começa assim a tua oração.

Sexta-feira da vigésima sétima semana do tempo comum

Sexta-feira da vigésima sétima semana do tempo comum

“Quero louvar-vos, Senhor, de todo o coração”. Talvez seja este também o teu desejo: louvar o Senhor de todo o coração. Mas não é fácil. O teu coração encontra-se frequentemente dividido entre as muitas coisas que fazem parte da tua vida... e torna-se difícil colocar TODO o coração no louvor do Senhor. Mesmo assim, podes tentar, pelo menos de vez em quando. Hoje pode ser um desses dias em que tentas colocar TODO o teu coração em atitude de louvor, dando graças porque o Senhor realiza maravilhas na tua vida. Se te parecer bem, agradece sobretudo aquelas maravilhas de quem nem sequer te dás conta... e começa assim a tua oração.

Quinta-feira da vigésima sétima semana do tempo comum

Quinta-feira da vigésima sétima semana do tempo comum

Quase sempre, a dificuldade maior da oração é a disposição para começar. Há sempre uma multidão de argumentos sugerindo como seria mais acertado deixar a oração para outra altura: quando estiver mais descansado..., quando tiver mais tempo livre..., quando tiver coisas mesmo importantes para dizer ao Senhor... Vencer estes obstáculos ou quaisquer outros que se colocam entre ti e a oração é fundamental. Hoje já o fizeste. Dá graças ao Senhor... e começa assim a tua oração.

Quarta-feira da vigésima sétima semana do tempo comum

Quarta-feira da vigésima sétima semana do tempo comum

“Vós, Senhor, sois bom e indulgente”. Como podem ser pacificadoras, ditas com o coração, estas palavras do salmista. “Vós, Senhor, sois bom e indulgente”. Procura sentir a bondade de Deus, que nunca te trata como os teus pecados merecem, mas sempre segundo a infinita indulgência do seu amor por ti. E deseja, do mais fundo do teu coração, ser como o Senhor, junto dos teus irmãos: bom e indulgente, pronto a perdoar o mal feito e a desculpar as ofensas, sobretudo as que mais te magoam. Não é fácil, mas é o caminho do Evangelho. Deseja percorrer este caminho... e começa assim a tua oração.

Terça-feira da vigésima sétima semana do tempo comum

Terça-feira da vigésima sétima semana do tempo comum

O Senhor está atento às tuas súplicas. Ele não olha tanto aos teus pecados, quanto ao teu desejo de conversão. Pede-Lhe este desejo, suplica-Lhe que te dê a conhecer a alegria de viver na fidelidade à sua Palavra, deixando tudo quanto o mundo te propõe como caminho de felicidade, ao arrepio dos seus mandamentos. Hoje não é tempo para facilitar na fidelidade a estes mandamentos, pois eles definem o caminho justo. É fácil dizer que Deus é Amor e esquecer que o Amor tem exigências maiores do que qualquer outra relação. Pede ao Senhor que esteja atento à tua súplica, que te vá convertendo ao Amor e às suas exigências... e começa assim a tua oração.

Segunda-feira, memória litúrgica de Nossa Senhora do Rosário

Segunda-feira, memória litúrgica de Nossa Senhora do Rosário

“A terra está cheia da bondade do Senhor”. É difícil aceitar o optimismo do salmista. Muitos até afirmam o contrário: com tanto mal no mundo, não é possível acreditar em Deus. “A terra está cheia da bondade do Senhor”. No fim, esta é a verdade que permanece. O mal, por mais poderoso que pareça, está destinado a desfazer-se no nada. Só a bondade tem consistência, porque só a bondade tem Deus na sua origem e só Deus permanece para sempre. Pede ao Senhor que abra os teus olhos para a bondade, de modo a não seres vencido pelo desespero. E começa assim a tua oração.

Vigésimo sétimo domingo do tempo comum

Vigésimo sétimo domingo do tempo comum

A oração é uma graça cujo alcance não pode ser medido por nenhum valor exclusivamente humano. Para se ter uma noção do seu poder é necessário incluir Deus nas contas. Afinal, o segredo da oração é precisamente Deus. Deixada unicamente às tuas forças, seria sempre um esforço inglório, uma ilusão: o teu falar com Deus não seria senão uma conversa contigo. Mas se deixas Deus entrar no jogo, este fica transfigurado: já não estás sozinho e, sobretudo, já não és tu o responsável pelo resultado final. Neste domingo, toma consciência da graça que é ter Deus contigo... e começa assim a tua oração.

Sexta-feira, memória litúrgica de São Francisco de Assis

Sexta-feira, memória litúrgica de São Francisco de Assis

A oração é caminho de felicidade porque abre o teu coração a Deus e àqueles que te rodeiam. Hoje, memória de São Francisco de Assis, deixa-te sensibilizar pelo seu exemplo de amor a Cristo e ao seu Evangelho, que Francisco encontrava nos pobres e em todas as criaturas. Procura treinar-te neste modo de ver tão exigente porque tão divino. Pede ao Senhor que te ensine este olhar simples e profundo... E começa assim a tua oração.